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Luanda liderou as ocorrências com 105 afogamentos [email protected]

Segundo Faustino Sebastião, o número de afogamentos em Luanda “é preocupante chegando a atingir 105 afogamentos mortais”, lavando a um reforço na formação de nadadores-salvadores. A partir de sábado 22, começa a nova época balnear.

Pelo menos 555 pessoas morreram afogadas em Angola durante a época balnear 2017-18, período em que 233 outras foram salvas quando estavam em perigo de afogamento, segundo dados dos Serviços de Protecção Civil e Bombeiros.

O director do gabinete de comunicação institucional e imprensa do Comando Nacional do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros de Angola, Faustino Sebastião, ressaltou que Luanda liderou as ocorrências com 105 afogamentos mortais.

“No país todo, registamos um total de 555 afogamentos, com destaque para as províncias de Luanda, com 105, Huambo 59, Benguela, 56, Cuanza Sul, 38, e Uíge, 35. Conseguimos também o salvamento de 233 pessoas em eminência de afogamento“, revelou.

O responsável considera o número de afogamentos em Luanda “preocupante”, tendo sido reforçada a formação de nadadores-salvadores, tendo em conta que, a partir de sábado, começa a nova época balnear. “O objectivo é o de os nossos nadadores-salvadores aprimorarem cada vez mais as técnicas e tácticas de actuação para baixar o índice”, indicou.

A época balnear 2018-2019 será assinalada amanhã, na Ilha de Luanda com uma marcha de solidariedade em homenagem às vítimas de afogamento.

O director do gabinete de comunicação institucional e imprensa do Comando dos Bombeiros angolanos, referiu que este organismo, afecto ao Ministério do Interior, tem 1.550 nadadores-salvadores, maioritariamente concentrados nas províncias do litoral de Angola, cuja costa tem a extensão de 1.650 quilómetros.

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