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O Ministério do Interior (Minint) está preocupado com o comportamento menos digno dos seus efectivos e pretende doravante dar um tratamento com maior celeridade na resolução de casos em que estejam envolvidos elementos da corporação, segundo a inspectora-geral do Minint, Margarida Jordão.

A responsável adiantou que merecerão atenção redobrada aos casos de denúncias dos cidadãos, ou as informações veiculadas pela imprensa e pelas redes sociais, que põem em causa a qualidade dos serviços prestados pelos órgãos afecto ao Minint que mancha a imagem deste departamento ministerial, que têm uma nobre e estratégica missão no contexto de segurança nacional.

Margarida Jordão alegou ser necessário haver maior engajamento dos delegados provinciais e da Direcção dos Recursos Humanos (DRH) do Minint para a sua efectivação de forma a não causar atropelos ao exercício do cargo em questão.

Realça que tem sido constante as queixas e irregularidades que chegam ao conhecimento da Inspecção-Geral (IG) do Minint e que ocorrem um pouco por todas as províncias, pelo que doravante requererá a pronta intervenção do inspector provincial, como nosso representante directo.  

“Toda e qualquer actividade humana, necessita de um sistema de controlo eficiente e eficaz pois, nos dias de hoje considera-se imprescindível impôr acções de inspecção, para medir e registar a competência dos seus membros, a transparência da sua actuação e a confiança neles depositada pelos cidadãos”, referiu.

Por outro lado, a directora-geral recomendou à todos os inspectores que estabeleçam as necessárias orientações aos seus subordinados de forma clara e transparente, se tivermos em conta que as orientações dúbias conduzem a resultados também incorrectos.

A inspectora-geral falava durante a abertura terceira reunião metodológica dos órgãos de  inspecção do Ministério do Interior, que conta com a participação de altos funcionários daquele organismo de segurança nacional.  

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