FONTEAngop
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O ministro dos Transportes, Ricardo D’Abreu, reiterou hoje que está em fase preparatória a implementação do novo sistema tarifário para transportes colectivos intermodal.

Sem adiantar data da sua implementação, o ministro disse que o sistema tarifário vai vigorar conjuntamente com um novo sistema de bilhética, integrado e uniformizado, que permitirá, de forma mais cómoda e conveniente, assegurar um acesso aos transportes colectivos, intermodal, mais justo e conveniente para todos os utentes.

Numa primeira fase, o sistema tarifário estará disponível apenas para a província de Luanda e trará uma maior eficácia no controlo dos subsídios e transferências do Estado, para as camadas da população mais desfavorecidas e protegidas por lei como os idosos, antigos combatentes e veteranos da pátria, os estudantes e os portadores de deficiência.

A questão do transporte urbano de passageiros, segundo o Ricardo D’Abreu, é uma das prioridades do seu sector e, no seu exercício, vai promover a entrada de mais operadoras nos serviços de transportes colectivo urbano de passageiros, com base nas novas regras.

Ao intervir na cerimónia de apresentação de 55 novos autocarros e inauguração de terminal da empresa Macon, hoje, em Luanda, o responsável disse que as soluções sobre os transportes colectivos devem começar a passar pela elaboração de planos provinciais de mobilidade urbana nas cidades e nas áreas metropolitanas do país, tendo em vista as ligações intermodais.

Nesta altura, acrescentou, o Ministério dos Transportes está a adequar as “leis” sobre o sector às reformas em curso no país, nomeadamente, Regulamento de Transportes Rodoviários Regulares de Passageiros e as Bases Gerais das Concessões dos Transportes Públicos Rodoviários Urbanos de Passageiros, a fim de garantir maior organização rigor e qualidade na prestação de serviços de transporte colectivo.

Estas reformas visam, de igual modo, dar competências aos municípios e províncias, no domínio dos transportes, já no âmbito das autarquias locais.

Por outro lado, manifestou sua preocupação em relação ao índice de mortes nas estradas do país, resultantes de acidentes de viação de transportes públicos.

Referiu que os acidentes envolvendo transportes públicos geralmente causam perdas humanas, lesões irreversíveis e muitos e avultados prejuízos patrimoniais.

Por isso, pediu mais engajamento e rigor na manutenção dos equipamentos e na observância das normas de segurança, sobretudo nas carreiras inter-provinciais.

Com os 55 autocarros apresentados hoje, a Macon eleva a sua frota para 684 autocarros, para rotas inter-provinciais e urbanas.

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